por Dhion C. Hedlund

Black Menu: Acesso rápido a todos os serviços do Google [Chrome]

dezembro 27, 2012 Postado por Dhion C. Hedlund Sem comentários
Vasculhando pela internet, encontrei algo bem útil para quem desfruta dos inúmeros serviços oferecidos pela Google, como o Gmail, Tradutor, GoogleMaps, Pesquisa, Youtube, etc.

É o Black Menu. O Black Menu é uma extensão para o Google Chrome que se resume a um ícone que ao clicar nele, é apresentado um menu rico em funcionalidades. Todas essas funcionalidades são serviços do Google, ou seja, você tem “acesso ao mundo” diretamente através deste menu.


A lista de funcionalidades do Black Menu é extensa. Veja este pequeno resumo do que poderá encontrar:

Instalar Java no Ubuntu-12.04 - (Ex.: p/ acessar Banco do Brasil)

novembro 29, 2012 Postado por Dhion C. Hedlund 5 comentários

Apesar do OpenJDK ser o suficiente para a maior parte dos usuários, as vezes a versão da Oracle se faz necessária, seja para acessar um site de banco ou para rodar algum software incompatível com a versão open source.

Vale lembrar que o Java não está hospedado no repositório PPA devido a nova licença da Oracle, que resultou na exclusão do mesmo dos repositórios oficiais do Ubuntu.

Para efetuar a instalação, basta abrir o terminal e executar a seguinte linha de comando:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java && sudo apt-get update && sudo apt-get install oracle-jdk7-installer -y
Se conseguiu, dê um curtir! ;)

Fonte: http://www.ubuntubrsc.com


Conheça o NUXEO - Software Livre para Gestão Documental

Atualizado em 16/09/2013.


          O Nuxeo é uma poderosa ferramenta de ECM (Enterprise Content Management - gestão de conteúdo empresarial) open source (código aberto), desenvolvido pela empresa francesa de mesmo nome. Nuxeo atualmente é utilizado por centenas de empresas ao redor do mundo e órgãos públicos, de médio e grande porte. No site do software é possível ver a lista de alguns usuários da ferramenta.
          Nuxeo tem uma arquitetura ágil e flexível de última geração, utilizando o melhor do Java. Permite gerenciar os documentos de forma cômoda, realizando versões dos documentos, fluxos de trabalho associados aos documentos, publicação remota, busca avançada, integração com Microsoft Office e Open Office, etc.
          Existe a versão open source do NUXEO, que é totalmente gratuita, e a versão "Nuxeo Studio". Esta última é um serviço diferenciado, onde há suporte 24hs por eles, manutenção do sistema, serviço de Cloud Computing (nuvem) etc. Neste caso é preciso pagar por estes serviços. Dentre as empresas parceiras de Nuxeo, cabe um destaque à empresa "Yerbabuena Software", uma empresa espanhola, desenvolvedora de outra ferramenta de gestão documental open source, o Athento.
          Atualmente cobre as seguintes funções de ECM:
- Gerenciamento de documento
- Trabalho colaborativo
- BPM - Business process management (workflow)
- Submissão
- Gerenciamento de registros
- Gerenciamento digital de ativos - DAM (Digital asset management)
- Gerenciamento de casos (Wikipedia, 2013)
         Recentemente eu instalei e testei a versão open source. Dentre os arquivos do software, encontrei o arquivo "LICENSE.txt" com o texto que segue abaixo. Ao lado deste arquivo há uma pasta de nome "licenses", com três arquivos dentro: "CDDL.txt", "LGPL.txt" e "MIT-LICENSE.txt".

Conheça o Archivematica


O Archivematica é um software, distribuído na política de software livre, sob a licença AGPL3. O código-fonte está disponível na internet1 e toda a documentação referente à ele se encontra sob a licença Creative Commons2.

Foi desenvolvido pela empresa canadense Artefactual Systems, tendo a colaboração de algumas instituições e projetos: da UNESCO, por meio do Memory of the World's - Subcommittee on Technology; do Arquivo Municipal da cidade de Vancouver – Canadá; da Biblioteca da Universidade de British Columbia - Canadá; do Arquivo Central de Rockefeller - Canadá; do Arquivo da Universidade Simon Fraser University - Canadá, de outros colaboradores.

O Archivematica tem o objetivo de armazenar a documentação em formato digital de acordo com os padrões exigidos em relação à preservação arquivística, visando torná-la acessível a longo prazo. Sua estrutura e funcionamento seguem o padrão ISO-OAIS.

É acessado via navegador web. Trabalha com padrões de metadados como a Dublin Core3, MET44, PREMIS5 e outros. No momento, não há tradução do software para o idioma Português, sendo ele todo apresentado na língua inglesa.

O sítio oficial do Archivematica na web encontra-se no endereço virtual http://www.archivematica.org. Nesse sítio podemos encontrar informações referentes à versão atual do software bem como todas as outras versões anteriores, e todas disponíveis para download. Há um espaço para discussão dos usuários, notícias e toda a documentação do software para pesquisa e download. É possível criar um perfil no site, bastando apenas informar seu e-mail, nome de usuário e uma breve biografia sua. Após, a pessoa recebe um e-mail contendo a senha e um link para confirmar seu email.

Também, há um grupo de discussão no Google que permite aos usuários expor casos excepcionais do software, bem como dúvidas, sugestões e elogios do software. O grupo encontra-se ativo desde junho de 2009 no endereço virtual: groups.google.com/group/archivematica.

Aprenda a instalar o Archivematica!
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1 O código-fonte do Archivematica está disponível no endereço . Acesso em: 26 abr. 2012.
2 Creative Commons é uma organização não governamental, sem fins lucrativos localizada em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, voltada expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de suas licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições que o tradicional “todos direitos reservados”. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons. As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Disponível em . Acesso em 30 abr. 2012.
3 O esquema de metadados Dublin Core fornece um núcleo de vocabulários de apoio a soluções interoperáveis, visando reconhecer e gerenciar pesquisas. O Dublin Core Metadata Initiative (DCMI) é uma organização aberta, constituída em Cingapura como um bem público, empresa sem fins lucrativos, limitada por garantia, apoiando a inovação em design. Disponível em . Acesso em: 30 abr. 2012.
4 O METS é um padrão para codificar metadados descritivos, administrativos e estruturais sobre os objetos dentro de uma biblioteca digital, utilizando a linguagem de esquema XML do World Wide Web Consortium. O padrão é mantido na Network Development and MARC Standards Office da Biblioteca do Congresso Norte Americano, e está sendo desenvolvido como uma iniciativa da Biblioteca Digital da Federação Norte Americana.
5 PREMIS (PREservation Metadata: Implementation Strategies) é um grupo de trabalho internacional preocupado com o desenvolvimento de metadados para uso em preservação digital. Em 2003, o Online Computer Library Center (OCLC) e o Research Library Group (RLG) estabeleceu o grupo de trabalho PREMIS, que consistia de uma lista multi-nacional de mais de trinta representantes dos setores culturais, governamentais e privados, a fim de definir metadados centrais de preservação, com orientações/recomendações para a gestão e utilização. PREMIS foi "encarregado a definir um conjunto de unidades semânticas de implementação independente, orientada para a prática, e que seja necessário para a maioria dos repositórios de preservação". Disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/Preservation_Metadata:_Implementation_Strategies_(PREMIS). Acesso em: 15 mai. 2012.



Design em aplicações Access - Parte 01

outubro 01, 2012 Postado por Dhion C. Hedlund , 1 comentário
Escrito por Gilberto Mendes

"Além de do Access, outra de minhas paixões é o Marketing como uma forma de pensamento estratégico. E entre as minhas leituras me deparo com algumas tendências. E uma delas é o design. Arriscando uma definição particular, o design em uma aplicação Access é o esforço de tornar a aplicação intuitiva, prática e visualmente coerente.

Design é muito mais técnica do que arte. São regras e teorias (como a teoria das cores) e estudos (como o movimento dos olhos para a leitura de uma página) que geralmente são aplicados em páginas web, mas que podem ser adaptados para o Access (e no fim das contas para o VB, Delphi e outras aplicações Windows) com facilidade.

Porque é tão comum termos aplicações “feias” no Access?


Não sei exatamente o motivo, mas a maioria das aplicações que vejo em Access são muito ruins em termos de navegação e estética. Mas tenho algumas teorias:
  • Falta de uma formação que enfoque o design – a maioria dos desenvolvedores Access são heróis que aprenderam sem livros ou treinamentos formais a criar seus programas.
  • Exemplos e assistentes que têm um visual deplorável. Quem se apóia nos wizzards para criar suas aplicações sempre vai sofrer com a má qualidade visual e de acessibilidade.
  • Programadores, que cultivam uma mente mais analítica, às vezes escolhem usar um padrão de branco e azul (ou cinza e preto… ou…)


Visual dos formulários criados por assistentes - quem foi que criou essas coisas horríveis? 
Visual dos formulários criados por assistentes – quem foi que criou essas coisas horríveis?


Ópera em Cinza - Quem sem importa com o visual? 
Ópera em Cinza – Quem sem importa com o visual?

Há quem diga que o que importa em uma aplicação é que ela tenha boa performance e faça tudo que o usuário precisa. Depois de algum tempo desenvolvendo e interagindo com usuários e de ler muito sobre marketing, posso dizer uma coisa óbvia que muita gente pode não saber:

Qualidade é uma questão de percepção. 

Portanto, o que o cliente percebe é o que vale. Se você cria uma aplicação correta em termos de recursos, mas que tem telas simples, uma navegação complicada, relatórios feitos em assistentes e aquele switchboard do access, o cliente certamente vai ser obrigado a aceitar (já que o que ele pediu o sistema faz) mas sempre terá uma certa tristeza, um certo desconforto ao usar e demonstrar a aplicação. O sintoma principal é o diminutivo (“É… nós temos um sisteminha em Access…”). E, a aplicação, por mais incrível que seja, não terá a devida valorização.

Então, meu amigo, se você usou a facilidade de desenvolvimento do access pra montar aquelas telas de cadastro a toque de caixa, corre o risco de não ser contratado novamente, de não ser indicado, ou não ser valorizado, se deparando com aquela choradeira de preços que as pequenas empresas jogam para cima dos programadores free-lance.

Então, se você deseja ser um profissional de verdade, é preciso dar alguns passos e dominar alguns conceitos, como intuitividade e ergonomia.

Intuitividade


Uma aplicação é intuitiva quando o cliente é capaz de aprender a usar a aplicação com o mínimo de treinamento. Então, se você tem um formato coerente de interface, com botões que representam claramente o que fazem, a curva de aprendizado do cliente fica bastante reduzida.
Particularmente os botões de uma aplicação são um dos eixos de sua qualidade gráfica. O uso de ícones ajuda muito o usuário a reconhecer as metáforas das ações do sistema. Disquetes para salvar informações, impressoras para relatórios e tantos outros, como estamos acostumados a ver.
E aqui aparecem novamente as escolhas de usar o que tem disponivel. Você pode muito bem usar os recursos nativos do Access e ter resultados assim:

Botões de texto: 20 anos de bons serviços. 
Botões de texto: 20 anos de bons serviços.


Icones do Access: eram legais na versão 1.0... são os mesmos até hoje 
Icones do Access: eram legais na versão 1.0… são os mesmos até hoje
 
Agora, será que não dá pra ir um pouco além? Um uso de um programa básico de imagens e alguns icones que se pode baixar gratuitamente na internet (ou se você for exigente, investir alguns dólares em um jogo de icones profissionais) e num instante você tem um visual dezenas de vezes melhor:

Icones royalty free e um editor gráfico: maravilhas pelo seu sistema. 
Icones royalty free e um editor gráfico: maravilhas pelo seu sistema.
Icones royalty free e um editor gráfico: maravilhas pelo seu sistema.


Quer alguns icones pra começar? Entre no google imagens e dê uma pesquisada em “icons”. Provavelmente você vai encontrar mais do que é capaz de utilizar na vida.

Praticidade e ergonomia


Uma aplicação é prática ou ergonômica quando o trabalho do dia a dia do cliente é facilitado pelo programa. Aquela questão clássica de “apertou um botão e está pronto”. Tente compreender a forma de trabalho do usuário.

Um exemplo clássico: o usuário entra na tela de pedidos e no final descobre que precisa cadastrar uma nova transportadora. Algumas aplicações exigem que ele cancele o pedido ou salve-o, saia desta tela, acesse o cadastro de transportadoras, faça o cadastramento (que muitas vezes exige a digitação de campos obrigatórios que o usuário não tem no momento – dá-lhe preencher campos com “xxxxxx” ) para depois voltar, fazer uma busca pelo pedido que se estava fazendo e finalizar.

Um trabalhão que poderia ser evitado com uma simples pergunta (“Transportadora não cadastrada, deseja cadastrar agora?”) e uma rotina simples, mas que alivia o usuário, que mesmo se não elogiar a sua aplicação, não fica reclamando do sistema para todos na empresa. Por mais que seja uma covardia comparar sua aplicação com as aplicações windows e os melhores, estas são as referências do seu cliente.

Design é ciência


Existem algumas regras que você, como programador (ou designer de aplicações) poderia estudar. A teoria das cores, a proporção áurea, linhas de força.
Uma das primeiras fontes de inspiração e de estudo está aqui mesmo, no iMasters. Existem vários artigos que esclarecem muitos elementos de design que, embora voltados inicialmente para websites, podem muito bem ser aplicados em suas aplicações Access (e em planilhas e documento de texto).

Visite os sites que vendem modelos, os famosos templates. Observe as escolhas de cores, formas, as combinações de fontes e icones. Como isso pode ajudar você a criar melhores aplicações?

Se você leu meu artigo anterior, percebeu que eu gosto de defender os fracos e oprimidos. Primeiro os programadores Access. Agora, os usuários de sistemas. Espero que este artigo tenha proporcionado algumas idéias e insights. Quem sabe você não leva na próxima visita uma caixa de bombons para os usários daquele seu cliente importante?

Na segunda parte deste artigo eu trarei algumas dicas mais concretas para seus formulários ficarem matadores.
Boa sorte, até a próxima."

Como redimensionar o disco virtual do Archivematica no Virtual Box

Quando eu trabalhei com o Repositório Digital Archivematica, tive que redimensionar o disco rígido virtual, da máquina virtual, no Virtual Box. Como o disco rígido virtual do sistema operacional Xubuntu (que contém o Archivematica) é limitado em até 20GB, foi necessário aumentar esse tamanho para que os documentos do LAEDPA (Laboratório de Acervo, Editoração e Divulgação da Produção Acadêmica - do Curso de Arquitetura e Urbanismo/UFSM) pudessem ser inseridos na sua totalidade. Este procedimento fez parte do meu Trabalho Final de Graduação.

Foi definido 60GB para o novo tamanho, considerado o espaço disponível em todo o HD do computador do Laboratório. Na medida em que o acervo documental for aumentando, este espaço poderá ser novamente redimensionado.

Configurações e softwares utilizados:

As configurações básicas do computador Desktop existente no Laboratório, atualmente, são: 250GB de espaço de armazenamento no HD; 2GB de memória RAM, processador Pentium(R) Dual-Core CPU 2.20GHz e Sistema Operacional Windows Seven Ultimate. O software Virtual Box na versão 4.1.18, com o Archivematica no formato Vbox.

Procedeu-se da seguinte maneira: 

A partir do terminal do Windows Seven (cmd.exe) foi executado o comando para aumentar o tamanho do disco rígido virtual. Os comandos foram os seguintes:

1º comando:

CD C:\PROGRAM FILES\ORACLE\VIRTUALBOX

2º comando:

VBOXMANAGE MODIFYHD “C:\PROGRAM FILES\ARCHIVEMATICA\ARCHIVEMATICA-0.8-ALPHA.VDI” –RESIZE 61000

Os endereços de diretórios apontados nos comandos acima, se referem àqueles do computador do LAEDPA. Deve-se alterá-los conforme as configurações de cada computador. A figura seguinte apresenta o resultado final após o segundo comando



Resultado final após o comando no terminal do Windows para aumentar o espaço no disco
rígido virtual



A partir disso, é aumentado o tamanho do disco rígido virtual, porém o espaço adicionado além dos 20GB já existentes, fica desabilitado. É necessário então redimensionar o disco rígido para o novo tamanho. Para isso, foi utilizado o software GParted. O Gparted é um editor de partição gratuito, que vamos usar para redimensionar as partições conforme desejarmos.

Próximo passo: Fazer o download da imagem .iso do Gparted live cd. Acesse a url: http://sourceforge.net/projects/gparted/ e baixe a ultima versão da imagem .iso

Próximo passo: Adicionar o liveCD Gparted na maquina virtual. Adicione o .iso na sua vm de forma que fique assim:



Para quem usa controlador IDE, basta adicionar na posição IDE Secondary Master.
Certifique-se também que a ordem de boot da sua VM está com o CD-Rom antes do HD:


Próximo passo: Iniciar a VM pelo LiveCD do GParted. Ligue a VM e inicie escolhendo a opção do GParted:


Ele irá oferecer alguma opções de formato do teclado e linguagem. Você pode ir pelas configuraões padrões apertando “ENTER” em todas as opções oferecidas até chegar na tela do sistema:


Próximo passo: Verificar os nomes dos discos. Assim que o GParted iniciar, o programa já deve vir aberto. Se não estiver em execução, você pode inicar o GParted pelo ícone na área de trabalho.
Depois disso, você precisa ficar atento para o nome do disco a ser redimensionado (o do Archivematica-20GB):


Próximo passo: Redimensionar a partição do disco. No meu caso, estou redimensionando em um HD com linux, então entre a partição do sistema e o espaço disponível tem a partição do swap.



Para poder redimensionar o disco, você precisa remover o “swap” que está em nosso caminho.


Depois de deletar o swap, clique com o botão direito e depois em redimensionar / resize para chegar na tela abaixo:



Arraste o tamanho do disco até o limite desejado. Lembre-se de deixar um pouco de espaço para recriar o swap novamente. Geralmente o swap é criado com o dobro do tamanho da memória da máquina.


Depois de aumentar a partição primária, crie no espaço que sobrou uma partição estendida, onde iremos definir o novo swap.


Criado a partição estendida, crie dentro dela uma partição lógica com o file-system “linux swap”



Pronto. Terminamos de redimensionar o disco.



Agora basta aplicar as modificações e esperar um pouco.


Feito isso, já podemos desligar a vm.

Próximo passo: Ligar a VM com o novo disco redimensionado. Remova o cd de boot e depois ligue a vm com o novo disco!
 

Pronto! Agora o Archivematica ficou com maior espaço de armazenamento, para a preservação de seu acervo documental digital!



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Dhion C. Hedlund

Entendendo Groupware...


Uma estrutura de software colaborativo (sistema E-Groupware) não deve ser apenas visto como uma simples coleção de aplicações, nem como apenas um simples visualizador de mensagens. O E-Groupware deve ser entendido antes de tudo como uma infra-estrutura que reune todo o conhecimento e inteligência da empresa de modo a garantir o sucesso das necessidades dos usuários quando necessitarem de tais dados.


Então... que é E-Groupware?

E-Groupware é um termo usado para descrever softwares que facilitam a colaboração através do compartilhamento de informações. A maior parte dos produtos Groupware permitem aos usuários compartilhar dentre outros ítens, calendários e livros de endereço (address books).
Normalmente é composto por um conjunto de ferramentas cooperativas/colaborativas, que possibilitam a interação entre múltiplos participantes. Em outras palavras é um conjunto de ferramentas que visam compartilhar informações entre determinados grupos de trabalho definidos fisica e logicamente (funcionários de uma empresa, por exemplo). Um groupware online permite um acesso universal aos dados e a criação de grupos de trabalho com clientes, fornecedores, parceiros temporários ou permanentes, etc. É uma tecnologia que permite que um grupo de pessoas possam trabalhar no mesmo aplicativo ou sistema, não importa onde eles estejam.

Como os processos de trabalho entre os indivíduos são muito específicos e evoluem com o tempo, a tecnologia de groupware deve providenciar flexibilidade suficiente para ser adaptada às necessidades de cada grupo e à evolução dos processos de trabalho. O groupware deve prover ao grupo a possibilidade de montar o seu contexto de trabalho, selecionando e configurando um conjunto de ferramentas colaborativas específicas para suas necessidades.

Com o desenvolvimento da internet, vídeo conferência e outras tecnologias da comunicação, o desenvolvimento de sistema Groupware permite a partilha de conhecimentos e informações entre pessoas de diferentes grupos geográficos permitindo-lhes trabalhar em conjunto para atingir um objetivo único.
Na era moderna, onde as empresas estão se expandindo para além, tanto local como nacional, a colaboração entre os funcionários para trocarem idéias pode ser um problema, mas para ser competitivo essa diversidade é necessária em grandes empresas. Então, uma boa comunicação é necessária entre os trabalhadores e é onde se torna pré-requisito o sistema de Groupware.

Quanto às interações em um grupo de trabalho, podem ocorrer em quatro dimensões de tempo e espaço:



Mesmo
tempo
Tempo
diferente
Mesmo
local

Síncrona
  (ou face-a-face)  
     Assíncrona    
Local
  diferente 

Síncrona
distribuída
Assíncrona
distribuída


O objetivo é desenvolver a capacidade de dar respostas rápidas e certas aos clientes, internos e externos, de modo a conseguir tomar decisões com a eficiência necessária para não perder as oportunidades que nos surgem e não esperam.

Groupware tem uma série de vantagens. Mas a primeira pergunta é por que as pessoas querem usá-lo? Aqui estão alguns pontos:

  1. Ele dispõe de várias modalidades de comunicação permitindo assim resolver problemas do grupo.
  2. Groupware ajuda a proporcionar uma comunicação mais rápida e mais clara e também possibilita comunicações em áreas remotas, onde, caso contrário, não teria sido possível.
  3. Ele ajuda na criação de grupos de interesses comuns, que não pode ser possível em situações da vida real como é difícil reunir o número suficiente de pessoas.
  4. Como software de colaboração, também ajuda na capacitação de telecomunicações, reduzindo as despesas de viagem.
  5. Junta múltiplas perspectivas e especialidades.
  6. Economiza tempo e custos na coordenação de trabalho em grupo.

Principais características do software de colaboração:

  1. Resolver problemas de competência do grupo - A principal vantagem do Groupware é que permite que os usuários acessem dados idênticos e assim, a capacidade de resolução de problemas é maior. Com um acesso rápido a informações precisas de comunicação com os outros usuários, o processo de decisão torna-se fácil e, conseqüentemente aumenta a eficiência do processo decisório.
  2. Local centralizado para armazenamento de dados - Como muitas pessoas têm acesso aos dados ao mesmo tempo, o Groupware é projetado para armazenar e gerenciar todos os dados que são relevantes para o projeto oferecendo fácil acesso para todos. Além disso, o Groupware também registra as modificações feitas pelos usuários e da pessoa que é responsável pela modificação.
  3. Vários tipos de comunicação - Groupware melhora a comunicação entre os utilizadores, proporcionando diferentes métodos de comunicação tais como mensagens instantâneas, conferência web, acessar banco de dados e versão do documento. Como uma repercussão desta, a comunicação se intensifica e se torna mais clara, mais rápida e mais eficiente.

Alguns software de Groupware:

  • E-Group (Código-aberto)- http://www.egroupware.org/
  • TUTO - http://www.tutos.org
  • Kolab (em vários idiomas, suporta correio, directorio, agenda e nativamente interactúa com KDE)
  • Synergeia adaptação do meio BSCW ao mundo educativo. É gratuito e está traduzido, entre outros idiomas, ao espanhol. 
  • Redianet aplicação para aproveitar uma sala ou aula com PC em rede para colaboração e a compartición de meios. 
  • Workflux.net solução para administração, distribuição e controle de arquivos e projectos empresariais em Idioma espanhol|espanhol]]. 
  • Isabel, sistema de videoconferencia distribuído e em grupo
  • Applications Server .
  • Coneix, intranet para a gestão de projectos implementada em PHP e MySQL
  • Moodle, aplicação educativa; programa de gestão de cursos. 
  • Civinext Groupware, plataforma desenvolvida exclusivamente para administrar de maneira eficiente a gestão de toda a comunicação interna e externa de uma organização.
  • K3-exchange (K3x) Soluções para melhoras de productividad que combinam tecnologias do conhecimento e colaboração.
  • Open-Xchange, plataforma software livre de colaboração inteligente com interface site Ajax.
  • Scalix, alternativa software livre a Microsoft Exchange com interface site Ajax. 
  • BSCW, meio telemático baseado em espaços compartilhados de trabalho. As siglas correspondem a "Suporte básico para trabalho cooperativo". Comercial, com licenças gratuitas para fins educativos e está traduzido, entre outros idiomas, ao castelhano. 
  • OpenGroupWare solução de trabalho em grupo via site, de código aberto.
  • Zimbra Collaboration Suite solução de trabalho em grupo (em vários idiomas, suporta correio, directorio, agenda, transportadora instantánea, calendário, espaços de trabalho).
  • TalkAndWrite (software interactivo em tempo real que simula a interacção de duas pessoas que trabalham uma ao lado da outra em um documento em comum).
  • phpgroupware (em Idioma inglês|inglês]], ainda que conta com um demo com livre acesso no qual podem se mudar as preferências a idioma espanhol).


Reflexão: Se groupware é tão relevante, porque não é largamente utilizado?


Sites pesquisados:
http://www.wikilingue.com/
http://www.mknod.com.br/
http://www.tecgraf.puc-rio.br/
http://www.a-tr.net/
http://www.optei.com.br/
http://images2.topbits.com/pt


/Dhion C. Hedlund


Instalação do Archivematica a partir de uma máquina virtual no software Virtual Box

Apresento um passo-a-passo para a instalação do Repositório Digital Archivematica, a partir de uma máquina virtual criada pelo software Virtual Box.
O Virtual Box é um software que permite a instalação de diversos sistemas operacionais em um computador, a partir da criação de máquinas virtuais, simulando um Hard Disk (HD) independente para cada sistema operacional instalado. Baseado na política de software livre, ele pode ser instalado tanto em plataforma Windows quanto em Linux. A instalação do Xubuntu - que contém o Archivematica - no Virtual Box se torna mais simples, porém é importante definir as configurações de memória e espaço de armazenamento corretamente, pois isso influencia diretamente no desempenho do Repositório Digital. Também, há a possibilidade de instalação do Archivematica a partir da criação de um disco inicializável para rodar o sistema operacional Xubuntu. 
Em poucas palavras podemos definir um disco inicializável como sendo uma mídia de armazenamento digital (pen-drive, CD, DVD, HD) contendo um software (nesse caso, o sistema operacional Xubuntu) que pode inicializado diretamente no computador a partir desta mídia, sem que haja dependência de outro sistema ou software já instalado no computador.
Após ser instalado o Virtual Box no computador, é necessário executá-lo. Ao abrí-lo, se deve clicar no botão “Nova”. Seguindo os passos apresentados a cada janela, se chegará à tela onde é exigido informar o sistema operacional a ser instalado (no caso, o Xubuntu) e a sua versão. Se deve selecionar “Linux” e “Ubuntu” respectivamente, conforme apresentado na figura seguinte (FIGURA 1):



FIGURA 1– Tela de configuração de Sistema Operacional para criação da máquina virtual


Ao clicar em “Próximo”, irá aparecer a janela onde se deve selecionar o disco rígido virtual para a máquina virtual. O arquivo utilizado neste método de instalação é aquele com a extensão de arquivo VDI, extraído do arquivo "archivematica-0.8-alpha-vbox.tbz*" recebido através do download. Deve-se marcar a opção “Utilizar disco rígido existente”. Observe conforme a figura seguinte (FIGURA 2):


FIGURA 2 – Seleção do arquivo VDI para o Virtual Box

Após estas etapas, a máquina virtual será criada, tendo como disco rígido virtual o arquivo VDI do Archivematica. Se deve clicar em “Start” e esperar iniciar o sistema Xubuntu. Vale ressaltar que para quaisquer tipo de instalação do Archivematica, é proporcionado o tamanho limite de 20GB de espaço para armazenamento dos documentos digitais. Dependendo do tamanho do acervo, é preferível aumentar esse tamanho, utilizando-se de softwares de edição de partições para redimensionar o HD virtual, como por exemplo, o software GParted.

*De acordo com o download realizado em http://archivematica.org/downloads/archivematica-0.7alpha-virtualbox-r4.tbz. Acesso em: 05 mai. 2012.



Dica: para a instalação definitiva em um disco inicializável, leia o post: http://archivematica.blogspot.com.br/2012/06/instalaa.html

Para aumentar o tamanho do disco rígido virtual no Virtual Box, leia o post: http://dhiion.blogspot.com.br/2012/08/como-redimensionar-o-disco-virtual-do.html

Congresso internacional inédito sobre gestão da informação e documentos corporativos


Nos dias 03 e 04 de julho, o Rio de Janeiro irá sediar pela primeira vez uma edição do congresso internacional sobre gestão de informação e documentos corporativos, que ocorre tradicionalmente em São Paulo. O encontro será na FIRJAN e contará com a participação de especialistas americanos e também de Cezar Taurion, envangelista em novas tecnologias da IBM, entre outros nomes. A programação reúne 14 palestras sobre as últimas tendências do setor, as melhores práticas e apresentação de cases, além de uma exposição tecnológica, cuja visitação é gratuita. O evento é voltado aos profissionais de TI, gestores e administradores.

Tome Nota
Descrição: Congresso Internacional de Gestão da Informação e Documentos Corporativos
Data: 03 e 04 de julho
Local: FIRJAN - Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Avenida Graça Aranha, 1, Centro, Rio de Janeiro - RJ)
Horário: Das 8h às 18hs
Mais informações: www.ecmshow.com.br



Textos soltos: quanto à digitalização e descrição de fotografias em ambiente digital


Planejamento é o ponto de partida. Um projeto para descrição de acervos fotográficos é um trabalho demorado e que exige planejamento, principalmente quando o universo a ser descrito compõem-se de um grande número de fotografias.

Planejamento mais voltado à prática: na escolha dos hardwares a serem utilizados; dos softwares (para a descrição das fotografias, para possível edição das mesmas, para obter o hash, para visualizar formatos não comuns de imagens, etc.); na criação de políticas de uso dos equipamentos e da rotina a ser seguida para o cumprimento das atividades.

Um planejamento mais teórico, quanto: à ordem dos fatos e acontecimentos a serem inseridos no contexto histórico das fotografias; à definição dos códigos de referência que serão utilizados; aos formatos de imagens que serão digitalizadas; às configurações da paleta de cores; aos tamanhos das fotografias e local de armazenamento (esse local será fixo ou temporário?).

A sugestão é que antes de iniciar o projeto, se redija um documento contendo todas essas estratégias que nortearão a execução das atividades até o final. Este documento será o guia do projeto e por isso deve conter todos os passos a serem seguidos e soluções para possíveis inconvenientes que ocorrerem. As estratégias definidas no planejamento devem ser pensadas a ocupar o mínimo de tempo possível para cada atividade, não deixando de lado os cuidados que se devem ter e a qualidade do trabalho que está sendo desenvolvido.

Há também que levar em conta um cuidado especial na hora de definir o padrão de termos (vocabulário controlado) a ser utilizado. Isto deve ser incluído no planejamento do projeto, antes de iniciar a descrição propriamente dita. O vocabulário controlado é usado para os termos que descrevem a imagem.
É importante, pois é através dele que a base de dados ficará livre de redundância e compacta. Há muitos casos em que a pesquisa feita pelo usuário retorna valores nulos por ter sido digitado um termo sinônimo do desejado, tanto pelo usuário quanto pelo descritor das fotografias. Esses desencontros de palavras resultam na insatisfação do usuário e na má reputação do motor de pesquisa do software. Em vista disso, esta etapa se configura como crucial para o desenvolvimento do projeto, e deve ser pensada por um grupo de pessoas.

 Dhion C. Hedlund

Como instalar o MySql Administrator no Sistema Operacional Linux Ubuntu 11.10 e as suas funcionalidades básicas na administração de uma base de dados MySql (versão 5.0.6)

janeiro 30, 2012 Postado por Dhion C. Hedlund , 2 comentários

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